Aos leitores da minha alma;

Tenho esse blog e foi de escolha minha não divulga-lo, pois assim sei que os poucos que estiverem aqui, são aqueles que não acharam este blog, mas sim, são meus achados. Desde já, agradeço cada achado meu.

06 novembro 2006

Crônica

Me deram a missão de produzir uma crônica.
Fazer uma crônica, sobre o que exatamente?!
Pensei, pensei, pensei... Não me restava mais tempo, escrevi sobre politica!
Tudo bem, seria até interessante, país curioso o nosso não?!
Crise politica, altos discursos em assembléias e pá, pá, pá...Cuecas daqui, malas de lá...enfim, uma porção de coisas.
Isso daria um bom ibope, mas não estou atrás disso, apaguei o que escrevera, e comecei uma nova crônica, dessa vez sendo a minha crônica, sobre a minha vida, coisa em que não iria encontrar em nenhum lugar, em nenhum canal de TV e muito menos, em nenhuma coluna do jornal, e também não uso cuecas, não costumo dar discursos comprometedores e nem ando com malas.
Parece estranho não?! Mas de fato, minha vida é interessante.
Começamos então lá do berço, ou melhor, não, vamos começar lá do meu pai e da minha mãe...
É uma pena, mas na primeira viagem, quem chegou primeiro foi a Tainá, minha irmã mais velha.
Não se contentando, meu pai faz uma outra viagem, onde quem ali, na barriga da minha mãe, o feto projetado, se chamaria Talita.
Bom, até agoraa, foram muitos choros, muitas mamadeiras e chupetas...Coisas que nenhum bêbe dispensa.
Minha infência foi marcada por muitas histórinhas e contos...
Chapéuzinho vermelho, Cinderela, entre outros, não podendo esquecer do Papai Noel, o tão sonhado pai.
E todo natal tinha piadamente aquela pergunta: Papai Noel vem hoje pai?! Sem se quer notar que eu perguntava ao próprio.
Eainda tinha aquela ilusão boba de que ele entrava pela chaminé, e desde quando minha humilde casa tinha chaminé?!
E detalhe, só quando tiramos essa ilusão, pensamos e concluímos:
Estúpido foi aquele que inventou a tal coisa de que o Noel subia o telhado pelas escadas...
Já seria dificil andar com uma escada no trenó cheio de presntes e ele não teria mesmo a brilhante idéia de só pousar seu trenó no telhado?!
Certa vez, quando chegavamos da ceia de natal, encontramos um papel na porta:
-Papai Noel esteve aqui, proucurem seus presentes...
Nossa, ainda bem que eu não fui a única que tive que passar por isso.
Pois é, saindo desse conto rídiculo, vamos continuar minha ilustre vida.(o tal rídiculo é pra dar um ar mais agressivo).
Bem, nisso fui conhecendo minha familia mais, pois fui adquirindo mais esperteza e desencanando desses tais contos.
E são várias estórias inacreditáveis, É tio que não acaba mais... Primos então?! Nem se fala...
Tinha até um tia minha, que quando eu ia pedir bença (esta parte não é fácil acontecer, pelo menos muito frequentemente) ela perguntava:
- Quem é você?!
Que triste não?!
Pois é, NÃO RESPEITAM SE QUER A DISTÂNCIA PARENTESCA...
( 1, 2, 3, 4, 5, 6... Aprendi com a Daniele, que culpa tenho eu?! Já passou, PRONTO! Desculpa, estava a pensar noutra coisa).
Bom, não fui uma criança muito levada, creio eu! Acho que fiquei mais quando maior, pra dizer a verdade.
Tudo bem, pulemos essa parte.
Vamos dar um pequeno avanço nessa biografia que se diz crônica e contar o meu agora, aos 13. (pequeno?!)
Pois é, hoje, geração totalmete ligada a tecnologia, TV´s, computadores e coisas do tipo.
Fatos interessantes passam na TV e me deixam certamente a dúvida:
Será que nossa sociedade quer mesmo influenciar a leitura?! Os estudos?!
Acho que não heim!
Vejamos tal seguinte fato: Nossa sociedade exige altos profissionais, formados e coisa e tal, mas ao mesmo tempo, coloca analfabetos no senado, na presidencia...
Depois, ainda entra a sofisticação do crime urbano hoje em dia não?!
Modismo nos define hoje.
Porém, prefiro superar todos esse tipos de bobagem e ser eu Talita, com um pensamento muito afirmativo sobre a tal educação que busco.
Querendo ser atualizada, informada, competente e a cima de tudo nessa eterna viagem de conhecer a mim mesmo...

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